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Saúde e bem estar

A segunda lição que o câncer me ensinou

O câncer leva muita gente ao desespero, enquanto pode ser um grande professor. Descubra uma lição que ele ensina.

O câncer ainda é considerado pela maioria da sociedade um mal irreversível, cruel e que deve ser combatido a todo custo. Sim, o diagnóstico dessa doença remete à guerra, batalhar, lutar desesperadamente e é aí que muita gente encontra dificuldade. 

Fui diagnosticada com um carcinoma lobular invasivo com ramificações no sistema linfático em abril de 2016. Se você tem algum tipo de preocupação com essa doença, pretendo lhe ajudar a lidar melhor com o que diz respeito a ela.

Até bem pouco tempo, arrisco a afirmar que há 20 anos, descobrir que se tem câncer era praticamente uma sentença de morte. Tudo, porque a medicina ainda precisava desbravar mais sobre o assunto.

De lá para cá, ela evoluiu muito. As terapêuticas passaram a ser mais eficientes e o diagnóstico começou a ser realizado mais precocemente.

As pesquisas para a cura do câncer estão cada vez mais eficazes.

As pesquisas para a cura do câncer estão cada vez mais eficazes.

Todo câncer é curável

Todo câncer tem cura sim, senhor. Para muitos tipos ainda há dificuldade de tratamento e cura, pois ele afeta tudo quanto é órgão e tecido do corpo. E as pesquisas se direcionam para onde há maior demanda de ocorrência, como o de mama.

Ele e o de pulmão são os que mais matam no Brasil. O de mama tem cura total. Desde que descobri que sou portadora, já conheci pelo menos 20 casos de mulheres que, como eu, o venceram. Três delas, conheço pessoalmente e foram fundamentais para me inspirar no tratamento.

O que faz do carcinoma nas mamas ser tão letal no Brasil, 22% dos casos diagnosticados por ano evoluem para óbito, é o diagnóstico tardio. Felizmente, eu descobri no estágio inicial.

Faltam ainda 11 doses da segunda fase da quimioterapia (QT), mas a julgar da primeira, o prognóstico é muito animador. Tive a sorte de identificar os nódulos no banho, nas duas mamas. Os exames indicaram que o tumor era apenas na direita, mas se não fosse o alarme de ter dois caroços, dos dois lados, talvez, eu não me alertasse com tanto empenho.

Quando digo que todo câncer é curável, é porque quando o ser humano quer, ele consegue produzir vários milagres e até mesmo simultâneos. E como tenho muito que fazer deste lado da vida ainda, escolhi me curar.

O serviço duro da terapêutica cabe aos médicos e equipe de saúde que me acompanham. O meu é o mais pesado. Expliquei muito bem isso quando abordei a primeira lição que aprendi com o câncer.

Curar essa doença depende 50% da medicina e 50% do paciente. Ambos precisam estar muito bem sintonizados para fechar todas as possibilidades de recidiva e é isso que estamos fazendo no meu caso.

O câncer tem muito a ensinar sobre você mesmo. (Foto: internet/reprodução)

O câncer tem muito a ensinar sobre você mesmo. (Foto: internet/reprodução)

O câncer ensina

O fato é que o câncer está me ensinando e muito. Aprendi muito mais a lidar com a vida, morte e, principalmente sobre mim mesma, nos últimos cinco meses, do que nos meus 46 anos de vida.

Tudo porque após cair em pranto profundo e tristeza pelo resultado da biópsia ter sido positivo, consegui não cair no vitimismo. E é exatamente ele que pode por tudo a perder.

Quando falei aqui no CSG que a lei da atração funciona, expliquei o motivo dela não se adequar aos seus desejos. É que muita gente se apega a apenas um aspecto abordado nos livros e documentário O Segredo.

E o vitimismo é quase que fatal para o tratamento de qualquer doença. A tristeza e a falta de esperança se instalam a partir dele. E, em uma mente entristecida, o organismo encontra dificuldades para se defender de todas elas, principalmente as mais traiçoeiras, como é o caso do câncer.

Note, e eu explico isso no post citado acima, que ser otimista não é meramente pensar que vai se curar. Conheço pelo menos uma pessoa que sucumbiu ao câncer porque abriu mão de fazer  a QT, substituindo-a apenas por terapias alternativas. No fundo, essa pessoa não acreditava que seria curada, por isso decidiu apenas diminuir alguns sintomas.

E se você for bem atento, vai perceber que o câncer tem muito a lhe ensinar. Ele aponta fatos importantíssimos sobre sua maneira de viver, que prioridades você tem, que lugar você ocupa na sua vida, e como você vai lidar com ele.

As mudanças que o câncer fez na minha imagem externa só reforçam minha vontade de aprender e progredir.

As mudanças que o câncer fez na minha imagem externa só reforçam minha vontade de aprender e progredir.

A lição número 2 do câncer

No artigo A primeira lição que o câncer me ensinou, foi possível abrir meus horizontes quanto minha participação no tratamento. Sim, a postura do paciente é tudo. Minha saída do vitimismo fez com que esse período se tornasse um dos mais ricos da minha vida.

Foi no dia que comecei a terceira etapa do meu tratamento para curar o câncer que descobri qual foi a segunda lição que ele me trouxe.  Era o primeiro dia do afastamento definitivo de Dilma Rousseff da presidência e na consulta que antecede a QT eu e meu amigo, Edson, fomos inquiridos pela Dra. Ana: e vocês estão confiantes com a saída de Dilma?

Respondemos e o diálogo que se seguiu abriu meus olhos.  Todo esse processo foi emocional, totalmente fora da razão, embora sobrem argumentos de que houve muita ponderação a respeito.

Virou torcida de futebol e briga para assegurar que o seu argumento é melhor do que o de quem pensa diferente. Além de tudo, quase ninguém percebeu que para cada argumento seu há sempre um contrário com o mesmo valor, e vice-versa. Tudo porque paixão não se discute, por isso política está entre os três temas indiscutíveis. Os outros dois são futebol e religião. Todos diretamente ligados ao sentimento e bem distantes da razão.

 Há uma inversão de valores horrorosa nos tempos atuais. Todos armados até os dentes, prontos para agredirem-se, mas totalmente interessados no desempenho do seu time de futebol; na separação do casal global; no novo seriado e sem saber o que causa toda a sua dor.

Infelizmente, somos incapazes de olhar para nós mesmos e desvendarmos nossos problemas íntimos. É a lembrança da realidade da morte que nos faz verificar o quanto desperdiçamos tempo com tolices, em detrimento dos nossos verdadeiros interesses.

Quem tem câncer pode aproveitar para se transformar em uma pessoa muito melhor. (Foto: internet/reprodução)

Quem tem câncer pode aproveitar para se transformar em uma pessoa muito melhor. (Foto: internet/reprodução)

O câncer transforma

Eu que estava totalmente engajada na questão política, bem informada e acompanhando o processo no Congresso Nacional, parei por conta do câncer. Naquele momento, percebi que era importante cuidar de mim, porque sabia que ainda não tinha produzido quase nada na vida.

E se produzi tão pouco é porque dava importância demais ao que não estava nas minhas mãos resolver. A TV diz que você precisa ajudar o seu time de futebol assinando os pacotes pagos de transmissão. Você assina e, com raras exceções, leva para casa um show de horrores, porque o futebol perdeu o encanto em funções das falcatruas dos bastidores.

Todos os movimentos que a TV tem feito durante décadas é pura e simplesmente lucrar o mais que puder. Lucrar e cuidar dos próprios interesses. Muda-se a grade de programação só e somente só, se os anunciantes cortam contratos.

Há muito pouco de informação de qualidade, pois para manter a lucratividade o que importa é que a população esteja receptiva às suas sugestões. O resultado é o que assistimos: as pessoas dormem pouco; estão sempre preocupadas em preencher um vazio sem fim; vulneráveis à violência, ao egoísmo, a uma competição sem sentido.

Sim, não há sentido em um querer ser melhor do que o outro, se todos somos criaturas únicas. Por isso, somos iguais perante Deus. Porque não há parâmetros para comparar um com o outro. Não posso falar que minha dor é maior, porque desenvolvi um câncer, exatamente por não conhecer os dramas que meus semelhantes passam.

Terapias como o reiki são importantes para auxiliar na qualidade de vida do paciente com câncer. (Foto: internet/reprodução)

Terapias como o reiki são importantes para auxiliar na qualidade de vida do paciente com câncer. (Foto: internet/reprodução)

A cura do câncer através do autoamor

O mais interessante nisso tudo é o fato de que ao voltar minha atenção para o que realmente importa no momento, encontrei a cura. Não só a do câncer, mas a da minha vida. Sou extremamente fiel ao tratamento médico, mas procurei recursos como o reiki e a psicoterapia, pois sempre tive consciência de que a doença começa nas emoções que negativas, que acumulamos ao longo do tempo.

Desprezamos a raiva, a mágoa, o ódio, abominamos a ideia de que somos invejosos, porque desejamos obsessivamente nos mostrar perfeitos para o outro. Esquecemos que ele é tão imperfeito quanto nós, mas como somos formatados para competir, acreditamos que perseguir uma perfeição impossível nos coloca à frente dos demais.

Por sermos resistentes a enfrentar a dor íntima que nos liberta, optamos por querer disputar nas futilidades. Ter uma casa é bom, mas queremos morar no melhor bairro e por isso, detonamos nossa saúde trabalhando feito escravos só para pagar a prestação exorbitante.

Desenvolvemos a mentalidade de que aquele que tem mais dinheiro, mais bens materiais de luxo, mais roupas caras é melhor porque conseguiu dinheiro para tal. Esquecemos, porém, que muitas vezes na hora de usufruir esses bens, já estamos doentes ou sem energia alguma, para tal.

Felizmente, fiz a escolha certa. Viajei fundo para dentro de mim. Meu intuito era descobrir a cura, mas para isso é preciso encontrar a causa e essa foi minha procura principal. Esqueci-me de Dilma, de política, afinal, minha opinião era o que menos importava naquele processo. Acompanhei tudo, mas com a devida distância emocional.

Descobri a causa do câncer e optei por mudar minha postura diante da vida. Consegui sair de dentro de mim e importar mais com as pessoas. Decidi também mostrar quem eu sou de verdade, cheia de defeitos, e perdi o medo de me expor para não correr o risco de ser rejeitada.

A escolha de superar e aprender com o câncer é importante para a cura. (Foto: internet/reprodução)

A escolha de superar e aprender com o câncer é importante para a cura. (Foto: internet/reprodução)

O câncer me promoveu uma virada

Descoberta a causa, consegui tomar o controle da minha vida. Comecei um processo de mudança sem voltas, pois sou implacável comigo. A mesma energia que eu usava para combater os adversários políticos, uso agora para me colocar onde desejo.

Ainda caio muito em minhas próprias armadilhas, mas sou eu mesma quem me socorre, na busca pelo autoperdão e no esforço para corrigir os equívocos. Tenho errado menos e progredido a olhos nus. Como resultado, sou mais cordial comigo e com o próximo; proativa e mais capaz de solucionar meus problemas.

Toda essa mudança de postura foi feita por uma razão muito clara: tenho consciência de que sem tratar a causa, o efeito pode até desaparecer, mas sempre poderá voltar. Eu percebi que o câncer não é a causa do mal e sim o efeito do que fazemos com nossa vida.

Ele surge porque passamos por cima do nosso bem estar e nos expomos o organismo a tudo quanto é tipo de maus tratos. Achamos maravilhoso ter uma rotina estressante, fantasiamos que vamos resolver os problemas do mundo, quando na verdade não conseguimos nem enxergar os nossos. Aliás, os nossos, fazemos questão de varrer para debaixo do tapete.

Mas quando estamos diante da possibilidade real da morte, como no caso de um diagnóstico de câncer, somos forçados a decidir lutar ou morrer, porque ele mata mesmo. Como é um efeito de hábitos, fatores genéticos e emoções, ele precisa ser investigado sobre sua origem, pois mesmo que curado, se a causa permanece ele volta.

O autoamor cura o câncer e muitos outros males. (Foto: internet/reprodução)

O autoamor cura o câncer e muitos outros males. (Foto: internet/reprodução)

Se não quer um câncer, mude já

O bom é que você não precisa passar por tudo que eu estou passando para se ver livre dessa doença. Quer fica livre do câncer, mude seu estilo de vida. Esqueça essa baboseira de ser bem sucedido. Uma pessoa de sucesso é aquela que vive em paz com o coração e a consciência. E isso é o que menos vemos na sociedade onde vivemos.

Sinto-me muito à vontade para afirmar que o caminho para a cura de todo mal está em nós mesmos. Foi o que constatei durante a primeira fase da minha jornada da cura do câncer.

Se você tem o interesse em se proteger desse mal, sugiro que comece por mudar seus hábitos alimentares e físicos. Nosso corpo precisa de repouso, é frágil diante do estresse e a mente anota tudo o que fazemos com nossas emoções.

Pode ter certeza de que ela é implacável com os nossos erros. E, pelo fato de que nos forçamos a ignorá-los, para não macular a autoimagem que fazemos de perfeição, cuidado. Cada sentimento nocivo não tratado pode ser uma possibilidade de desenvolvimento de um tumor.

Quando estamos frente a frente com a morte, não importa quantos debates vencemos, não interessa quantos bens temos e nem se os temos. Nesse momento o que importa é o que você fez da sua vida, qual o sentido deu para ela.

Contra o câncer, faça algo por você! (Foto: internet/reprodução)

Contra o câncer, faça algo por você! (Foto: internet/reprodução)

Faça algo por você

Saia da loucura. Você não vai resolver todos os problemas do mundo, mas pode resolver os seus, que é quase a mesma coisa. Afinal de contas, quando você se empenha em se curar, acaba interferindo no ambiente à sua volta.

Agora você já sabe que o câncer é um grande professor, experimente se antecipar mudando o que for possível no seu estilo de vida. Se gostou desde depoimento, compartilhe com seus amigos. Muita gente ignora o que pode ser tirando de vantagem em caso de um tumor maligno e você pode ajudar muito. Deixe seu comentário também. É importante conhecer o que as pessoas pensam a respeito do assunto e quais seus questionamentos.

Até o próximo!

Fonte:

http://www.bonde.com.br/saude/duvidas/conheca-os-5-tipos-mais-frequentes-de-cancer-310570.html

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/observatorio_controle_tabaco/site/home/dados_numeros/mortalidade+

 

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Zilda de Assis

Sobre o autor | Website

Zilda de Assis é jornalista e gestora de pessoas. Autora dos ebooks: Já que relacionamentos perfeitos não existem, torne-os saudáveis, O que é autossabotagem e Manual dos relacionamentos saudáveis.

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14 Comentários

  1. Leodmila Valente disse:

    Ótimo texto! Parabéns pela coragem e por compartilhar a sua história com a gente!

    Abcs

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    • Obrigada, Leodmila!

      Volte sempre!

      Abraços,

      Zilda

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  2. Ana Paula disse:

    Zildinha, me impressionei bastante com seu relato sobre tudo que está vivendo. Acredito em tudo que você falou a respeito das energias que atraimos pra perto de nós. Hoje vejo e percebo isso em vários momentos da vida cotidiana . Sinto em perceber que ainda somos poucos a ter esse olhar sobre a vida como um todo e não apenas em pequenas partes . Como os comentários acima sei que irá ajudar muitas pessoas a encbergarem o verdadeiro sentido da vida que é ser feliz, e não bens materiais . Fico feliz demais por perceber em voce a vivacidade pela vida plena e regada com amor e confiança. És uma mulher guerreira e como já disse várias vezes a você essa batalha já está vencida. Grande abraço .
    PS: continuo com saudades.

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    • Ei, querida, Ana!

      Tem sido tempos de emoções fortes! E está valendo muito a pena!

      Saudades também! Precisamos nos ver!

      Gratidão pelo comentário. Volte sempre!

      Grande abraço,

      Zilda

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  3. Maria Cristina A. Resende disse:

    Cara Zilda, belas palavras para ajudar muitas pessoas q passam pela mesma situação, enxergar o problema de uma maneira diferente, afim de buscar dentro de si a resposta e a cura para um mal que aflige tantas pessoas.
    Parabéns! !!!

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    • Obrigada, Cris!
      Tudo que a gente precisa está dentro de nós mesmos!

      Muito bem vinda ao CSG! Volte sempre!
      Gratidão,

      Zilda

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  4. Bernaz disse:

    Desejo que muitas pessoas lidem melhor com as emoções, inclusive eu. Muito obrigada pela ajuda.

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    • Eu também, querida!

      Abraço,

      Zilda

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  5. Bernaz disse:

    Nossa Zildinha, como me encaixei em várias situações, preciso aprender a lidar com minhas emoções, sofro muito com o desprezo das pessoas comigo e essas mesmas pessoas estão felizes e nem lembram que existo, isso me faz frágil.Adorei aprender algumas coisas com você. Tenho que me amar mais… Muito obrigada pela ajuda, abraços.

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    • Isso mesmo, Bernaz! Quanto mais você se ama, mais você ama o seu próximo.
      Que bom que aprendeu, querida! Ponha em prática o autoamor, viu?
      Grande abraço!
      Gratidão,
      Zilda

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  6. Edson da Penha Ribeiro disse:

    Este texto vai ajudar muitas pessoas com diagnóstico e também pessoas próximas que precisam aprender a lidar com essa situação. Tudo é possível e vc está fazendo o seu papel, mostrando como é possível vencer! Parabéns

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    • Espero que sim, Edson!
      Esse é meu objetivo. Depois que a gente passa pela quimioterapia e divide com os outros pacientes o sofrimento, dá vontade de fazer algo para amenizá-lo.
      É possível vencer, sim. Eu estou vencendo e desejo que muitos outros vençam também!

      Grande abraço e muita gratidão!
      Zilda

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  7. Noêmia Dória disse:

    Bacana pensar que nossa mente pode reconhecer, que a batalha pelo ter e todos os males que essa batalha tras, é o que pode nos matar! E o equilibrio que atingimos ao reconhecer o que realmente é importante nos vivifica.
    Convivendo com pessoas que passam e passaram pela luta contra tumores e cancer, mudei minha perpectiva sobre o assunto, antes pensava nesses males como “castigo”, hoje vejo como possibilidades de crescimento e aprendizagem, a diferença é como agimos com o que nos sobrevem!
    Luta de sucesso vejo nesse depoimento, autoamor e autoconhecimento!

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    • Verdade, Noêmia!
      No começo pensei que seria muito pesado. Hoje, passado metade do tratamento vejo o quanto estou melhor que antes. De fato, o câncer está me ensinando até a me amar de verdade! Tudo é aprendizado! Tenho me olhado no espelho e conhecer-me melhor tem sido a razão da minha cura!
      Grande abraço, querida!
      Zilda

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