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Lei da atração

Bloco de Belô – Sonho de carnaval mostra a surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre a lei da atração

Bloco de Belô mostra como a lei da atração funciona na prática e porque a maioria das pessoas desiste de criar a realidade dos sonhos por causa disso. Leia

O carnaval 2017 -40 mil seguem o Bloco de Belô e concretizam um sonho. (Foto: arquivo Bloco de Belô)

O carnaval 2017 – 40 mil seguem o Bloco de Belô e concretizam um sonho. (Foto: arquivo Bloco de Belô)

O Carnaval acaba gerando inúmeras polêmicas em torno das comemorações, que para muitos parecem exageradas. Ao contrário do que muitos estrangeiros supõem, ele não é unanimidade entre os brasileiros. Ainda sim, é uma das datas mais aguardas do ano tanto para seus adeptos quanto para quem não gosta.

O que muitos ignoram é que as festividades de momo movimentam a economia nacional durante todo o ano. Cada região do país encontrou sua maneira de faturar em cima da folia. O fato é que no Brasil vive-se o carnaval de janeiro a janeiro. O que para muitos é excesso de entusiasmo, para outros é um meio digno de ganhar a vida.

A essa altura, você deve estar perguntando e o que isso tudo tem a ver com a lei da atração? E é muito simples fazer essa conexão. Toda festa tem ligação íntima com o sonho e é sobre o sonho de um empreendedor de sucesso que este artigo fala. Toda aspiração está interligada com desejo e todo desejo é o ponto central de estudo da lei da atração.

Neste post, você vai viajar na surpreendente verdade em torno da lei da atração que ninguém contou a você. E vai descobrir através da história do Bloco de Belô que se transformou em sucesso absoluto no mais novo point do carnaval do Brasil, Belo Horizonte. Quem acompanhou o desfile de 2017 se deliciou junto com os 40 mil foliões.  O cortejo arrebatou multidão ao atravessar as principais avenidas que ligam o centro à zona Sul da cidade.

Um sonho de carnaval, mais que possível

Robhson Abreu, jornalista, empresário e idealizador do Bloco de Belô conta que o desejo de montar um bloco de carnaval surgiu em 2013. Ele publicou uma matéria em sua revista, que é voltada para o universo da Comunicação Social, a PQN. O tema era a reunião dos comunicadores no carnaval em diversos estados do Brasil para curtir a folia. Estados como Rio de Janeiro e São Paulo possuem blocos formados por jornalistas, publicitários e relações públicas.

Robhson saiu com seu sonho na avenida já no carnaval de 2014. A ideia de reunir os profissionais da área foi abraçada por vários colegas contando com apoio do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais. Aliás, a porta da Casa dos Jornalistas virou o ponto de encontro do Bloco. Na época, seu nome era Quem não se comunica se trumbica, em homenagem a Chacrinha, patrono da Comunicação.

E aí começaram os desafios de Abreu, que sentiu a aprovação da ideia. Entretanto, viu na prática a pouca adesão daqueles que seriam o tema do grupo, os comunicadores. Só que sonho é sonho e Robhson Abreu, quando percebeu sua viabilidade mergulhou de cabeça.

O mecanismo da lei da atração está exemplificado na prática aí. Desejar foi o primeiro passo. Sondar a potencialidade para virar realidade, a segunda e colocar o bloco na rua a terceira. Só tem um detalhe nisso tudo. Na primeira edição, o carnaval da cidade estava renascendo e o bloco reuniu mil foliões.

É assim que os desejos começam a voltar para o nível das ideias. Muitos instrutores da lei da atração fazem questão de frisar que é preciso sonhar alto. Só que a vida obedece a um roteiro e fica uma lacuna, quanto às etapas para a materialização do projeto. E nisso, o Bloco de Belô merece 10 em todos os quesitos.

Como o Bloco de Belô era até o carnaval 2017

Tirar um projeto do papel é um processo que envolve muitos desafios. Qualquer indivíduo que monta um bloco de carnaval espera arrebatar multidão, principalmente em Belo Horizonte. Eu explico. É que com o ressurgimento da festa de rua na cidade, surgiram inúmeros grupos, todos com muita gente. E no segundo ano do Bloco de Belô, a festa manteve o público anterior.

Tudo bem, para os blocos que saem nas ruas contando apenas com a bateria para puxar a galera. Os mais organizados adotam trio elétrico, além dos instrumentistas que o seguem no chão. Esses costumam levar a partir de 10 mil para o cortejo. E atingir número nesse patamar passou a ser o objetivo de Robhson Abreu. Para tal, ele sabia que poderia contar com habilidade e carisma para mobilizar pessoas em prol de um ideal.

Está aí um dos pontos obscuros da lei da atração. A maior parte do material disponível trata da questão do desapego, perseverança, mentalização, meditação, emoções. Muito pouco é informado em torno da parte prática do processo, muito confundida com visualização e pensamento positivo. O problema maior é que as pessoas ainda se ocupam em criar fantasias na cabeça. Por isso nutrem a ilusão de poder colocar um projeto em prática em poucos dias ou no máximo 30.

Mas Abreu preferiu contar os primeiros anos como experiência para aumentar sua aposta nos anos seguintes. E para isso teve muito trabalho. Ele conta que quando viu que sua ideia já era realidade, partiu para alçar voos mais altos. Seu objetivo é do Belô, tradição no carnaval de Belo Horizonte.

O passo a passo que multiplicou público, já no carnaval de 2016

Nos dois primeiros anos, Robhson Abreu testou a potencialidade da ideia e do local. Percebeu que mobilizar pessoas em torno de uma ideia seria complicado, mas apostou no seu talento e foi à luta. Notou que pronunciar o nome original era difícil e tratou de facilitar para ficar na cabeça dos foliões. Para isso deu a ele o nome que é um dos apelidos carinhosos da cidade: Belô.

Após observar a estrutura das organizações que já ficaram  tradicionais, decidiu inovar e convocou os comunicadores para amimar a festa. Percebeu que os blocos que arrastavam o público envolviam a comunidade colocando os instrumentistas para seguir o trio elétrico. Então, montou a bateria de Belô com o patrocínio de assessorias de imprensa que apostaram na ideia e deu certo. O carnaval de 2016 foi o teste final. 25 instrumentistas, a maioria comunicadores, subiram da Casa do Jornalista para a Savassi levando 5 mil pessoas no rastro.

Até ali, Abreu contou que apesar das dificuldades jamais imaginou que poderia dar errado. Ele superou barreiras como levantar fundos para alugar o trio elétrico e comprar os instrumentos. Ousado, conseguiu abrir portas para novos patrocínios e colocar o grupo na rua com alegria, vontade e entusiasmo.  O desfile memorável fez com que outras empresas entendessem o potencial de marketing do projeto que estourou em 2017.

Graças ao patrocínio da revista PQN, Jornal de Belô, Sagrada Comidaria, Suco Prat’s, Chicarelli Fashion Noivas, Start Comunicação e Marketing, do vereador Dr. Nilton, Rommenig Batista, Studium Eficaz e do cantor Alex Rodrigues, 2017 foi só sucesso.

Robhson Abreu colhe os frutos do seu trabalho no trio elétrico que animou o carnaval do Bloco de Belô. (Foto: arquivo do Bloco de Belô)

Robhson Abreu colhe os frutos do seu trabalho no trio elétrico que animou o carnaval do Bloco de Belô. (Foto: arquivo do Bloco de Belô)

A lei da atração não foi mágica no carnaval de 2017

A lei da atração não foi mágica no carnaval de 2017. Também não virou sucesso de repente, com base no pedir pensar positivo, sentir bem e pronto. Toda a vitória do Bloco de Belô nesse ano é devida a uma trajetória que começou na vontade e se concretizou no desapego. Robhson não ficou parado preocupado se seu objetivo estava próximo de concretizar, nem esperando pensando que ia dar certo. Ele trabalhou e muito para que tudo fosse como ele idealizou no desfile desse ano.

O jornalista me contou emocionado que explodiu de alegria ao notar o mar de gente seguindo o cortejo. “Zilda, eu não consegui segurar o choro e se você estivesse aqui comigo, também derramaria lágrimas!”, exclamou agradecido. Foi a realização de um objetivo que só tende a crescer. Segundo estimativas da Polícia Militar, 40 mil pessoas seguiram o bloco até a Savassi.

E é isso que muitos gurus de O Segredo tentam explicar para o público. Nele, não importa se o que você tem na mente é o que deseja ou o que abomina. O que tira o controle remoto da sua mão e coloca sua existência no piloto automático é exatamente ficar ruminando sobre o que não quer. Outro fator é tentar controlar o desenrolar dos acontecimentos, como se eles pudessem ser previstos exatamente como traçado. Isso é ficar apegado, ou seja, ficar no pé, verificando se já ocorreu ou falando no assunto insistentemente.

O exemplo do Robhson Abreu é muito importante, porque ele reuniu todos os elementos da realização intencional. Desejou, verificou se era possível e foi trabalhar para tirar da imaginação e tornar seu sonho real. E é assim que deve ser.

Planos para o próximo carnaval

E é assim que funciona a dinâmica da vida. Você realiza um sonho e imediatamente arruma outro para colocar no lugar. Ele é o combustível de toda existência que vale a pena. Quem deixa de sonhar morre em vida e perde tudo de bom que poderia realizar.

No caso do meu amigo Robhson, o sonho será mais ousado para 2018. Reunir mais comunicadores na bateira, para mostrar a interação da categoria com a sociedade. Certamente, com uma bateria maior, o mar de gente pode triplicar de tamanho e ele já está trabalhando para tal.

Para atrair uma meta é preciso traça-la, verificar as possibilidades, as dificuldades e providenciar a parte prática. E é nesse ponto, onde o Robhson acertou, que muita gente boa deixa seus sonhos naufragarem. Para ter uma mente positiva é preciso bons sentimentos e estes têm endereço certo. Moram na percepção do indivíduo de que está fazendo a sua parte. Saber que está em ação é o que gera a positividade para se sentir merecedor.

Nesse artigo, você descobriu a surpreendente verdade sobre a lei da atração. Ela consiste no fato de que é preciso colocar a mão na massa para realizar planos. Viu também, que o próprio ato de se colocar em movimento promove a positividade mental e a sensação de merecimento. E esses são elementos fundamentais para usar a lei da atração a seu favor.

Espero que agora, de posse dessa informação, você possa tirar todos os seus projetos do papel. Se gostou desse artigo, compartilhe com os seus amigos e marque nas estrelinhas aqui abaixo do post. Ajude outras pessoas a terem acesso a essa informação. Deixe também seu comentário. Ele é muito importante para nós.

Até o próximo!

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Zilda de Assis

Sobre o autor | Website

Zilda de Assis é jornalista e gestora de pessoas. Autora dos ebooks: Já que relacionamentos perfeitos não existem, torne-os saudáveis, O que é autossabotagem e Manual dos relacionamentos saudáveis.

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2 Comentários

  1. Noêmia Esquivel Dória disse:

    Reflexão excelente, vamos lá mais exercicios de autocontrole, dominio próprio, autoconhecimento, materializar os sonhos, sair das ideias e imaginário. Arregaçar as mangas e por a mão na massa! Valeu Zilda!

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    • Gratidão, Noêmia!
      De fato, é preciso fazer todos esses exercícios, que são muito simples, mas nem por isso, fácil!

      Grande abraço, querida!

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