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Relacionamento

Como lidar com o erro do outro e ainda melhorar seu relacionamento

Erro – Se mostrar o outro que ele errou lhe deixa com receio de gerar atritos, descubra o que e como fazer para tudo ficar bem.

Apontar o erro do outro é tão fácil quanto fazer com que ele fique com raiva de você. Difícil é abrir o diálogo para resolver o problema. (Foto: internet/reprodução)

Apontar o erro do outro é tão fácil quanto fazer com que ele fique com raiva de você. Difícil é abrir o diálogo para resolver o problema. (Foto: internet/reprodução)

O erro do outro é assim, aquela atitude reprovável que aquando mencionada cria uma guerra mundial. Também pudera, ninguém gosta de ter um dedo apontando para si, muito menos quando ele toca uma ferida. Por isso, toda vez que você tenta falar sobre certas atitudes de seu parceiro tem que pisar em ovos. É que quando o assunto são os pontos fracos dele, este está sempre com pedras nas mãos.

Se você se sente incomodado com isso, certamente está cansado de tocar no assunto e ver uma confusão armada. Neste artigo, você vai aprender como fazer para falar sobre o que lhe causa mal, sem o risco de represálias. Além disso, essa maneira de lidar com o erro do outro vai permitir resolver o problema em definitivo.

Dê a dimensão real para o erro

Isso mesmo. Dê a dimensão real para o erro. Às vezes, a falta cometida é algo muito grave que requer uma reação drástica. Diante de uma traição, por exemplo, quem recebeu a ação precisa tomar uma atitude firme. Muitas vezes, a convivência deve ser interrompida, dependendo da maneira de agir do traidor.

E não me refiro aqui apenas a um relacionamento de casal. Em qualquer interação entre seres humanos, a traição é possível, até mesmo no âmbito profissional. Portanto, há a necessidade de se observar até onde você consegue tolerar isso nas pessoas. Mesmo porque, é possível que o que você considera uma traição seja apenas uma interpretação equivocada.

Antes de tudo é preciso que você se conheça muito bem. Para reagir ao erro alheio, há que se ter noção exata dos seus próprios limites. Além disso, o autoconhecimento vai lhe indicar se em certos casos há a falha mesmo ou é intolerância sua.

A forma de falar faz com que a pessoa se sinta culpada e se negue a ouvir sobre seu erro. (Foto: internet/reprodução)

A forma de falar faz com que a pessoa se sinta culpada e se negue a ouvir sobre seu erro. (Foto: internet/reprodução)

Faça a sua parte para corrigir um erro

Parece um tanto esquisito afirmar que é preciso fazer a sua parte, quando o assunto é o erro do outro. Porém, quando o assunto é relacionamento o ponto principal é o cuidado que se tem com o parceiro.

Aqui o que funciona é a velha máxima é dando que se recebe. Tudo porque numa relação, a lei é fazer para e pelo outro, obedecendo a sua integridade, claro. A partir do momento em que você se preocupa e ocupa em tornar a vida do outro mais leve, a sua fica mais suave.

Essa afirmação pode até parecer masoquista ou simplista demais, mas é imperativa. Ninguém encontra a felicidade em conjunto se está com seu interesse voltado no proveito que vai tirar dela.

A questão é que a maioria dos mortais está focada no que vai ganhar com e dos outros. Esse erro de foco faz toda a diferença, pois demonstra postura egoísta e totalmente despreparada para a vida em comum.

A palavra chave em uma convivência é compartilhar, que significa tornar comum, dividir, fazer parte. E compartilhar é incompatível com tomar, levar vantagem ou tirar proveito.

Você pode estar se perguntando por que estou falando nisso, se o assunto aqui é lidar com o erro do outro. É que trabalhar com as faltas alheias requer habilidade de compreender, saber se situar no seu devido lugar. Mesmo porque você também está sujeito a errar.

Combata o erro e não a pessoa

Vamos ao ponto, então. As brigas geradas porque você falou do erro do outro não estão no erro em si. Elas moram na forma como você o aborda.

A frase que caracteriza o problema é: viu o que você fez? Ela funciona como um gatilho que dispara uma discussão. E qual o significado disso? Simples, significa que você está colocando todo o enfoque na pessoa e não no fato. Além do mais, soa como uma acusação e só é acusado quem tem culpa.

Portanto, quando estiver diante de um erro ou situação que lhe incomoda no outro, foque no fato, não na pessoa. Faça a experiência constate que a simples forma de você abordar o assunto altera todo o resultado.

Além disso, exponha para o outro como você está se sentido com relação ao erro. Quando você expõe o seu sentimento perante o erro do outro, fica mais fácil para ele dimensionar o efeito que sua ação causou.

Outro ponto importante é deixar claro que errada é a ação e não quem a cometeu. Muita gente acaba se sentindo inadequada só porque entendeu que é má por ter feito uma má ação. Tudo isso por conta do jeito de falar.

Os adultos são mestres em fazer isso. Sempre que vão corrigir uma criança, começam dizendo a célebre frase: que feio, hein? Logo em seguida perguntam: por que você fez isso? Isso não pode, é ruim, é errado.

O pior de tudo é que quando ela cresce, acaba reproduzindo o que ouvia de gente grande. Na outra ponta, o parceiro acaba reproduzindo a atitude da criança repreendida. Ele acaba não ouvindo o que você diz, nem se interessando em resolver o problema, quando não piora tudo pirraçando.

Quando você conversa sobre o erro, sem magoar o outro, você acaba sendo valorizado por isso. (Foto: internet/reprodução)

Quando você conversa sobre o erro, sem magoar o outro, você acaba sendo valorizado por isso. (Foto: internet/reprodução)

Construa sua felicidade apesar do erro

É importante você estar atento à construção da sua felicidade, apesar do erro do outro. Antes de tudo, você deve estar ciente de que entre seres humanos o erro é inevitável.

Isso indica apenas que a pessoa ainda não aprendeu a fazer direito. Por outro lado, quando você lida com o erro alheio assertivamente, abre possibilidade igual, quando for a sua vez.

Neste texto você aprendeu uma forma diferente de lidar com o erro do outro. Você viu que pode focar sua reclamação e reivindicação para o fato que lhe incomoda ou faz mal. Assim, você cria condições de receptividade no outro, que vai estar mais disposto a se esforçar para não errar mais.

Dessa forma, vocês passam a se relacionar abertos ao diálogo, que tem o poder de transformar tudo para melhor. Além disso, quando há diálogo não existe lugar para brigas e picuinhas, colocando qualidade na relação.

De maneira geral, as ações que fazem um relacionamento agradável são bem simples. Estas que coloquei neste post são bem fáceis de colocar em prática. Existem ainda outras que são capazes de transformar qualquer relacionamento de problemático a saudáveis. No eBook Já que relacionamentos perfeitos não existem, torne-os saudáveis, por exemplo, são detalhadas três atitudes fundamentais para uma convivência duradoura e equilibrada. As pessoas que leram estão muito felizes em suas relações. Você pode conhecer mais sobre ele aqui.

Se você gostou deste artigo, compartilhe com seus amigos. Eles também podem descobrir como lidar com o erro do outro e se beneficiar também. Tem algum caso que queira compartilhar conosco? Escreva abaixo nos comentários. Você pode enriquecer a discussão.

Até o próximo!

 

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Zilda de Assis

Sobre o autor | Website

Zilda de Assis é jornalista e gestora de pessoas. Autora dos ebooks: Já que relacionamentos perfeitos não existem, torne-os saudáveis, O que é autossabotagem e Manual dos relacionamentos saudáveis.

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2 Comentários

  1. Leodmila Valente disse:

    Ótimo texto! Parabéns Zilda!

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    • Obrigada, Leodmila! Volte sempre aqui no CSG!

      Abraço,

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