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Desenvolvimento pessoal

Descubra o grande erro de quem condena a generosidade que o espírito do Natal desperta nas pessoas

O espírito do Natal incomoda por não se manifestar durante todo o ano? Então descubra no que ele transformou a humanidade ao longo de 1600 anos.

O espírito do Natal desperta a generosidade nas pessoas, mesmo que momentaneamente. (Foto: internet/reprodução)

O espírito do Natal desperta a generosidade nas pessoas, mesmo que momentaneamente. (Foto: internet/reprodução)

O espírito do Natal tem o dom de tornar o coração humano mais sensível a cada mês de dezembro. Contudo, muita gente acaba se irritando sob o argumento de que a sociedade só faz o bem nessa época. Se você comunga desse sentimento, saiba que ele esconde uma grande  desculpa para não se deixar contagiar por ele.

Nesse artigo você vai compreender melhor como ele tem contribuído para transformar a terra em um planeta melhor. O mais interessante nisso tudo é que os movimentos de generosidade têm se espalhado pelo mundo sorrateiramente. É uma transformação que tem se operado tão naturalmente, que a sociedade nem se deu conta ainda.

No fim desse post, você terá outra visão sobre o espírito do Natal que arrebata muitos, apesar das críticas. Aqui estão a origem da festa e sua evolução através dos séculos. Você vai saber a origem dos símbolos do Natal e porque a melhor coisa do mundo é o lucro do comércio em função dessa data.

O nascimento de Jesus marca o começo de sua vida focada na salvação da humanidade. (Foto: internet/reprodução)

O nascimento de Jesus marca o começo de sua vida focada na salvação da humanidade. (Foto: internet/reprodução)

Como surgiu o espírito do Natal

O espírito do Natal é um fenômeno que não tem como determinar sua origem. A festa, no entanto, foi instituída pelo Papa Júlio I no ano de 350. O Cristianismo surgiu clandestinamente imediatamente após a crucificação de Jesus. Os primeiros cristãos reuniam-se sem adornos ou culto estabelecido nas catacumbas para contar as histórias do mestre que seguiam.

Ao tornar-se religião oficial de Roma, o Cristianismo instituiu o Natal para agradar e atrair os pagãos para a nova crença. A data exata do nascimento de Jesus Cristo é incerta. Há quem diga que ele tenha nascido em março. Outros afirmam que foi em abril. Oficialmente, o Menino Deus chegou ao planeta no dia 25 de dezembro do ano 1 da Era Cristã.

E é o próprio Cristianismo que incita o aparecimento do espírito do Natal. Afinal de contas, os ensinamentos do Carpinteiro determinam que os homens amem-se mutuamente. Mesmo assim, tal recomendação ainda é muito difícil de ser seguida pela humanidade. Entretanto, ao que tudo indica, a presença do Menino Jesus estimula tal sentimento, ainda que momentaneamente.

A visita dos Reis Magos marca o hábito de trocar presentes no Natal, incentivando a fraternidade. (Foto: internet/reprodução)

A visita dos Reis Magos marca o hábito de trocar presentes no Natal, incentivando a fraternidade. (Foto: internet/reprodução)

O que é o espírito do Natal?

O espírito do Natal é um impulso generoso que surge na sociedade por ocasião das festividades pelo nascimento de Jesus. Nessa época, as pessoas tornam-se mais propensas a desejar e promover benesses entre si.

E é exatamente o fato de que durante os outros meses do ano a generosidade fica oculta, que muitos criticam essa postura. Para eles, é uma hipocrisia fazer o bem no Natal e não continuar durante todo o ano.

Um ponto muito importante das religiões é que há uma dificuldade enorme de colocar seus ensinamentos em prática. Todas elas falam e ensinam o amor ao próximo, mas em um mundo onde a sua sobrevivência e a dos seus vive ameaçada, praticar isso é complicado.

E o espírito do Natal surge exatamente nesse cenário. Há a necessidade nos seguidores de Jesus em aderir à prática do amor e da caridade. Porém, o instinto de conservação e outros problemas da alma humana levam a criatura a se fechar no egoísmo e demais dificuldades de convivência.

Entrar no clima da confraternização funciona como um mea-culpa. É como se as pessoas reconhecessem que não são tão boas quanto gostariam, durante o ano, mas o são no Natal.

Esse é, aliás, o principal argumento de quem é contra as comemorações natalinas. Muitos chegam ao ponto de condenar aos que cedem aos apelos da época e praticam atos de generosidade. É como se fosse um grande crime fazer a alegria do outro no Natal e tocar a vida sem isso nos outros meses.

A árvore de Natal é o símbolo mais tradicional. Sua ornamentação marca a chegada do espírito do Natal. (Foto: internet/reprodução)

A árvore de Natal é o símbolo mais tradicional. Sua ornamentação marca a chegada do espírito do Natal. (Foto: internet/reprodução)

 O espírito do natal e os símbolos

Os símbolos natalinos são como o despertador para o espírito do Natal. A chegada do mês de dezembro traz de volta ícones como a árvore, o Papai Noel e a comilança, um dos símbolos mais fortes da data.

A árvore de Natal é o símbolo principal do Natal. Segundo a tradição católica, ela é representada pelo pinheiro em função do formato triangular dele. O que representaria a santíssima trindade.

Já a estrela está relacionada à Estrela Guia, que revelou o caminho da manjedoura para os Reis Magos. Esse fato é relatado na Bíblia e muito significativo.

Tão significativo que a visita dos reis deu outra marca para o Natal, a troca de presentes. Eles visitaram o Salvador e lhe ofereceram incenso, ouro e mirra. Atualmente, a troca de presentes é a representação dessa oferta para o Menino Deus. Por isso, uns oferecem lembranças para os outros, na data escolhida para representar o presente dos reis a Jesus.

Já as velas e as luzes de Natal tem representação muito importante para o mundo cristão. Elas simbolizam a luz que Jesus veio trazer para a humanidade. Sua passagem pela terra foi tão importante que dividiu a história em antes e depois Dele.

O espírito do Natal que já passou. Foto de O conto de Natal de Charles Dickens. (Foto: internet/reprodução)

O espírito do Natal que já passou. Foto de O conto de Natal de Charles Dickens. (Foto: internet/reprodução)

As críticas ao Espírito do Natal

Falar no espírito do Natal requer o abandono de recalques. A mensagem que Jesus deixou para o mundo é muito forte e importante. Ela representa o caminho para a salvação e redenção de todos os males que o ser humano já foi capaz de criar para si mesmo e para a sociedade em geral. Tanto que é um problema sério para muitos, principalmente para os pessimistas.

E as justificativas para quem desgosta do Natal são tão fortes, quanto variáveis. Além da falsidade, afirma-se que é inútil pensar no outro apenas nessa época. E com isso, aderir ao espírito de Natal passa a ser quase que um crime. Tudo porque o ser humano ainda não consegue ser o tempo inteiro bondoso e amável.

Pior de tudo, é que ele não consegue nem ser 50% por cento de cada. Os apelos da vida acabam por fazer da criatura humana uma eterna buscadora da cura de suas dores. E é exatamente a dor que a leva às atitudes de defesa ou ataque, para se proteger do mal. E nessa perspectiva, o homem acaba praticando muito mais mal do que bem, criando uma imagem malígna, quando na realidade está é doente.

Quem desdenha dos contaminados pelo espírito de Natal perde a oportunidade de abrir-se para a mensagem do Homenageado. Tudo que Jesus pediu aos homens foi que se abrissem para o bem. E o espírito de Natal representa com maestria esse bem.

Concordo que tal postura deveria ser em todos os dias do ano. Entretanto, como afirmei, as dores da alma que carregamos impedem que as criaturas se abram mais umas às outras. E, já que é assim, que bom que pelo menos no Natal elas se abram para a fraternidade!

O espírito do Natal faz com que o comércio movimente a economia e gere empregos e divisas para os países. (Foto: internet/reprodução)

O espírito do Natal faz com que o comércio movimente a economia e gere empregos e renda para a população. (Foto: internet/reprodução)

O comércio e a importância do espírito do Natal

Outro ponto de críticas ao espírito do Natal é o comércio. Muitos afirmam que tudo não passa de comércio. Claro que há um forte apelo ao consumismo, mas nada que possa ser considerado crime.

É preciso compreender que na mesma proporção que o comércio lucra com o advento do Natal, ele impulsiona a economia. E isso implica na geração de empregos e gente se sustentando graças às vendas do Natal.

Existe sim, uma necessidade das pessoas reverem suas atitudes no sentido de encontrar um ponto de equilíbrio. Dessa forma, fazer parte do mundo será mais leve. Mas condenar o outro porque ele já consegue ser generoso, pelo menos no Natal é ser negativo ao extremo, o que é igualmente questionável.

Além disso, há outro aspecto a ser analisado, que cito no começo do artigo. A fraternidade já está ocorrendo em grandes proporções na sociedade e nem está sendo percebida. São milhares de atitudes positivas sendo realizadas durante todo o ano.

São grupos que se reúnem para levar alegria a hospitais e clínicas, onde a doença mina a energia. Outros realizam campanhas mensais de donativos e chegam a sustentar creches e asilos, além da visita que aquece os corações. O melhor de tudo é que parte significativa desse tipo de iniciativa nem é ligada a grupos religiosos.

Portanto, as críticas ao clima de bondade espalhado pelo espírito do Natal podem até ter fundamento, mas não se justificam. Na pior das hipóteses, é preferível que as pessoas sejam boazinhas apenas na época do Natal do que serem más em todos os meses do ano.

A equipe do blog Comportamento sem grilos deseja que sua alma possa se contaminar por esse clima de confraternização e paz universal. Feliz Natal e um próspero Ano Novo!

Até o próximo!

Fontes:

https://www.significados.com.br/natal/

http://cronicasdoprofessorferrao.blogs.sapo.pt/35907.html

http://psilaranja.blogspot.com.br/2012/12/o-natal-passado-o-natal-presente-e-o.html

 

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Zilda de Assis

Sobre o autor | Website

Zilda de Assis é jornalista e gestora de pessoas. Autora dos ebooks: Já que relacionamentos perfeitos não existem, torne-os saudáveis, O que é autossabotagem e Manual dos relacionamentos saudáveis.

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